sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Crônicas de Forgotten

Aquilo representava tudo o que eu mais odiava. Tudo que fiz e aprendi foi para me distanciar daquela situação: a terra colocada sob sua cabeça ao invés de sobre seus pés, as passagens e corredores estreitos, o cheiro de mofo e a umidade, a energia estática... a falta de liberdade.

E aquele bárbaro? Eles chamam os drows de loucos, perversos e carniceiros.

Mas um homem que corta a carne morta e quebra ossos já trincados e se diverte com isso, como chamamos? O cheiro de carne putrefada misturado ao ar mofado, a opressão da terra sob mim, a expressão de puro prazer daquele bárbaro, o frenesi da morte controlando seus braços enquanto cortava e quebrava aquilo que já não podia mais ser cortado e quebrado, e as gargalhadas, as gargalhadas... Loucura, pura loucura!

Depoimento de Malraux, o ranger negro, sobre sua incursão às ruínas de Illefarn.

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